/ PARTICIPANTES

Aline Borsari

É atriz e professora de teatro. Mestre pelo Instituto Teatral da Sorbonne Nouvelle em Paris e formada em licenciatura em Artes Cênicas pela USP. Desde 2009 ela integra a trupe do Théâtre du Soleil, na França, dirigida por Ariane Mnouchkine atuando em todas as suas peças e filmes desde então. Também foi dirigida por Robert Lepage em Kanata, espetáculo da trupe em colaboração com o diretor canadense. No Brasil, trabalhou com diferentes diretores como Francisco Medeiros, Marco Antônio Braz e Isabel Setti. Traduziu o livro Palavra de Ator (publicado pela Fundação de Cultura de Recife) de Maurice Durozier, com quem atua na peça do mesmo título em diversas línguas e países. Durante suas viagens pela Ásia, Aline teve a oportunidade de descobrir o Kathakali na Universidade Kalamandalam, o Terukkuttu no Sul da Índia e de fazer alguns cursos de canto e expressão corporal da Ópera de Pequim em Taiwan durante sua estadia como professora convidada na Taipei National University of the Arts. Atualmente está em cartaz com o novo espetáculo de Mnouchkine L’île d’or, inspirado em formas teatrais tradicionais japonesas como o teatro Nô e o Kyoguen.

Fabianna de Mello e Souza

Atriz, diretora e fundadora da Cia. dos Bondrés de máscaras balinesas (2007). Trabalhou no Grupo TAPA (1986-1997) e fundou o Grupo Mactub (1993-1997), quando produziu O homem que Calculava de seu avô Malba Tahan. Em 1997 foi convidada por Ariane Mnuchkine a integrar a Troupe do Theatre du Soleil permanecendo na companhia até 2006, participando das montagens: Et soudain des nuits d’eveil, Tambour sur la digue (2 prêmios Moliére) et Le Derniér Caravanserail (4 prêmios Moliere) neste último, onde além de atriz, assumiu a direção técnica do palco. Realizou diversas turnês pela Europa, Ásia e América do Norte. Em 2005 realizou estudos de Máscaras em Bali com o mestre Dmat e em seguida Sri Lanka com a mestre Khema.

Organiza workshops de treinamento do ator por todo o Brasil e desenvolve sua pesquisa sobre o jogo do ator através do uso de máscaras balinesas, coro e corifeu, técnicas de cópia e da repetição no processo de criação teatral. Como preparadora de atores e elenco, participou do filme Meus dois Amores, de Luis Rios, da novela Passione (TV Globo), preparando Cauã Raymond, do Ballet de Deborah Colker e ainda ministrou oficina para a Cia. de de Dança de Lia Rodrigues, além da supervisão do show do bloco Toca Raul do Carnaval do Rio de Janeiro.

Em 2010 foi contemplada com a Bolsa FUNARTE de residência artística de teatro do Ministério da Cultura Brasileiro, retornando a Bali para estudar com seu mestre Djma. Dirigiu o espetáculo Mangiare, (2008-2009) foi selecionado a participar do Festival Premier Pas em novembro à Paris. Fabianna foi indicada a melhor diretora com o espetáculo A Borralheira\2012.

Em 2008 funda a Cia teatral do Bondrés de máscaras balinesas. Com o espetáculo Instantâneos-Prêmio Miriam Muniz de montagem e circulação do ministério da cultura. Prêmio Bolsa de Residência Teatro (2010) aprofunda seus estudos em Bali e participa de vários festivais , SESC Palco Giratório (2012). Circuito das Artes,2012 e FLIP/ 2015.Fabianna foi diretora durante três anos do Projeto Ágora, ocupação artística do Teatro Municipal Maria Clara Machado. Realizou, junto à rede municipal dos Teatros, o Festival Dois Pontos. Como dramaturga assinou Mangiare, Instantâneos, Na Lona,Faces Partituras da Lua (ES) Instantâneos e OIKOS indicada ao Prêmio de Melhor dramaturgia infantil junto com Keli Freitas e Eduardo Vaccari. Em 2014 estreia Oikos, uma história de vida e de amor à terra com Os Bondrés ( 8 indicações ao prêmio de Zilka Sallaberry. Entre eles melhor espetáculo, categoria especial Trabalho com máscaras balinesas). Também neste mesmo ano estreia O homem que casou com a Megera, Cia de teatro medieval – nomeado a duas categorias do prêmio Zilka Sallaberry. Em 2015 realiza um workshop em Paris De La tradition au contemporain –Master class - Espace culturel des arts du Masque- Paris. Em abril de 2015 ganha o edital da ação convocatória da prefeitura do Rio de Janeiro e realiza a oficina “ Das tradições seculares do teatro oriental ao treinamento do ator contemporâneo”. Em 2015, Com Os Bondrés estreou como diretora e atriz em Epa! Estudos para Quase nada no Espaço SESC. Atuou em vários espetáculos como Dragão , kabul – Amok Teatro (2008-2013),neste indicada a prêmio quem de melhor atriz Édipo de Eduardo Wotzik (2013) e em Incêndios de Wadji Mouawad de Aderbal Freire (2013-15) (RJ,SP entre outros). Nomeada ao Prêmio Aplauso Brasil como melhor atriz coadjuvante. Em 2016 estreia Boa Noite Mãe dirigido por Hugo Moss e participa da curadoria do 1º Festival Internacional de Máscaras do Cariri. Em 2017 realiza o espetáculo 1ª Batalha de Improvisação com Máscaras.
Em 2019 participa como atriz e produtora de As Comadres, de René Richard Cyr e supervisão artística de Ariane Mnouchkine, marcando a retomada de trabalhos conjuntos entre as duas artistas.

Alessandra Vanucci

Formada pela Universidade de Bolonha (Itália) e doutora em Letras pela PUC-Rio, é professora de Direção Teatral e de Fotografia na ECO-UFRJ. É autora de 10 peças (encenadas pelo Teatro Cargo) e dirigiu cerca de 20 espetáculos (teatro de narração, comédia, circo, ópera) com ampla circulação no Brasil e na Itália. Seu trabalho foi agraciado com o Prêmio Shell (2006), Prêmio Arlecchino d’oro na Bienal de Veneza (2008), Prêmio Interações Estéticas do MEC (2009 e 2010), Prêmio British Art Council (2016) e outros. Ativista de Teatro do Oprimido desde 1993, coordena projetos e propõe metodologias no âmbito da luta pela cidadania e da luta feminista. Desde 2012, coordena o Laboratório de Estética e Política da ECO-UFRJ, com apoio do CNPq e da FAPERJ. Publicou ensaios e livros focando ideias e artistas viajantes, como Uma amizade revelada (Rio de Janeiro, 2004); Crítica da razão teatral (São Paulo, 2005); Un baritono ai tropici (Reggio Emilia, 2008); Teatro no Brasil (São Paulo, 2011); A missão italiana (São Paulo, 2014).

Juliana Carneiro da Cunha

Juliana Carneiro da Cunha é uma atriz e bailarina brasileira radicada na França. Na Europa, trabalhou com Maurice Bejart, Maguy Marin e Ariane Mnouchkine. Desde 1990, ela faz parte do Théâtre du Soleil, dirigido por Ariane Mnouchkine. Destacou-se no cinema brasileiro por sua premiada atuação no filme Lavoura Arcaica (2001), dirigido por Luiz Fernando Carvalho. Seu trabalho cinematográfico mais recente é O Veneno da Madrugada (2004), filme dirigido por Ruy Guerra, onde atua ao lado de Leonardo Medeiros, com quem trabalhou também em Lavoura Arcaica. Também atuou recentemente na televisão brasileira na minissérie Hoje é dia de Maria (2005), dirigida por Luiz Fernando Carvalho; na novela Sete Vidas, dirigida por Jayme Monjardim, e esteve no ar em Liberdade, Liberdade, de Vinicius Coimbra, como a Alexandra, a mecenas dos rebeldes, recém-chegada de Paris. Entre seus trabalhos em teatro, destacam-se: As lágrimas amargas de Petra Von Kant, de R. Fassbinder, direção de Celso Nunes, com Fernanda Montenegro e Renata Sorrah (1982); Mão na luva, de Oduvaldo Viana Filho, direção de Aderbal Filho, com Marco Nanini (1984); Les Atrides, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil(1990); La Ville Parjure, de Hélène Cixous, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (1994); Le Tartuffe, de Molière, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (1995); Et soudain des nuits d’éveil, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (1997); Tambours sur la Digue, de Hélène Cixous, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (1999); A Morte de Um Caixeiro Viajante, de Arthur Miller, direção de Felipe Hirsch, com Marco Nanini e Guilherme Weber (2003); Les Éphémères, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (2006); Les Naufragés du Fol Espoir, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (2010); Macbeth, direção de Ariane Mnouchkine, Théâtre du Soleil (2013). Recentemente Juliana esteve como atriz e produtora da comédia musical As Comadres, de René Richard Cyr e supervisão artística de Ariane Mnouchkine, que estreou no Festival de Curitiba de 2019, cumpriu temporadas no Sesc Ginástico/RJ, Sesc Consolação/SP e seguirá em turnê europeia em 2021. Esta peça marca a primeira vez em que Mnouchkine dirige um espetáculo fora do Théâtre du Soleil.

Julia Marini

Atualmente, Julia Marini está em cartaz no espetáculo ``L`Île D`Or'', que estreou em 03 de novembro de 2021 e dá vida a dois personagens de ``AS COMADRES''.
A versão brasileira do musical de René Richard Cyr e Daniel Bélanger a partir da peça de Michel Tremblay, com direção artística de Ariane Mnouchkine, realizará turnê na França ainda em 2021.
Em 14 anos de trajetória profissional, atuou em mais de 20 espetáculos, fez filmes e novelas, trabalhando com artistas de renome internacional. Formou-se na Escola de Teatro Martins Penna e cursou o Bacharelado em Figurino e Indumentária no SENAI/CETIQT.
Em 2006, Júlia fundou a Cia. Teatro Independente com seus recém formados companheiros, incluindo Jô Bilac, um do dramaturgo mais respeitado do teatro brasileiro contemporâneo. Com sua trupe, assina o figurino de CACHORRO! (2007) - Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Direção; atua em REBÚ (2009) - Indicado ao Prêmio APCA-SP de Melhor Autor; e CUCARACHA (2012). Sucessos de público e crítica que percorreram todo o Brasil na programação do Palco Giratório SESC Nacional e Festivais Internacionais.
Entre 2013 e 2017 ela desempenhou papéis notáveis no teatro, principalmente em BEIJE MINHA LÁPIDE, estrelado e produzido por Marco Nanini em parceria com o Teatro Independente; CÍRCULO DA TRANSFORMAÇÃO EM ESPELHO, vencedor do Prêmio Pulitzer for Drama 2014 e PEÇA ROM NTICA PARA UM TEATRO FECHADO, fruto do intercâmbio de atores de companhias brasileiras, e Tiago Rodrigues, Director artístico do Teatro Nacional Dona Maria II - Lisboa (Portugal).
No cinema, estreou no longa-metragem Ninguém ama ninguém por mais de dois anos, dirigido por Clovis Mello (2015). Depois, fez O Rastro, dirigido por J. C. Feyer (2017), Indicado ao Prêmio Golden Trailer Awards - Best Foreign Horror Trailer.
Na TV, foi a Astrid de Rock Story, novela dirigida por Maria de Médicis e Dennis Carvalho. Participou da minissérie Nada será como antes, e também das novelas Babilônia e A Regra do Jogo na Rede Globo.

Ana Achcar

PPGAC-UNIRIO

É atriz, diretora, pesquisadora de teatro e professora na graduação e pós-graduação do curso de Artes Cênicas da UNIRIO. Doutora em Teatro, é coordenadora do programa de palhaços de hospital Enfermaria do Riso, e dirige o Grupo de Estudos da Máscara (GEMAS) no Núcleo do Ator. Tem diversas publicações em revistas e livros especializados, nacionais e estrangeiros. Em 2019, atuou como atriz no espetáculo As Comadres, com supervisão artística de Ariane Mnouchkine. Atualmente está em pós doutoramento sob a supervisão de Béatrice Picon Vallin.

Deolinda Vilhena

PPGAC - UFBA

É jornalista, produtora, pesquisadora e professora universitária. Mestre em Artes pela USP, Mestre (2002) e Doutora (2007) em Estudos Teatrais pela Université de la Sorbonne Nouvelle – Paris 3 com tese sobre o modelo de produção do Théâtre du Soleil. Realizou seus estudos pós-doutorais na Universidade de São Paulo (2008-2010) e na Université Paris Ouest Nanterre La Défense (2017). É professora permanente do PPGAC – Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia e professora do Departamento de Técnicas da Escola de
Teatro da UFBA (desde 2011).

Eduardo Vaccari

FACULDADE CESGRANRIO/ FEBF-UERJ

É ator, diretor, pesquisador em Teatro e professor. Doutor em Artes Cênicas pelo PPGAC-UNIRIO com PDSE na Université de la Sorbonne-Nouvelle - Paris 3 sob orientação de Josette Féral. Atualmente é coordenador e professor do Bacharelado em Teatro da Faculdade Cesgranrio e professor adjunto de Artes da FEBF-UERJ. É coordenador, professor e diretor do Maschere - Ateliê de Pesquisa em Máscaras Teatrais.

Gabriela Lírio Gurgel Monteiro

PPGAC-ECO/UFRJ

É fundadora e Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC) e do curso de Direção Teatral da UFRJ. É Coordenadora Geral da Pós-Graduação da Escola de Comunicação. Desenvolve atualmente a pesquisa Teatro e Tecnologia (CAPES) e Autobiografia na cena contemporânea. É graduada em Comunicação Social (1995), Mestre em Letras (1999), Doutora em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2004) e Doutorado sanduíche - Université Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (2002). É membro pesquisador do projeto Labex ARTS-H2H La performance théâtrale au musée: une nouvelle médiation transculturelle, criado por Katia Legeret, na Université Paris 8 - Saint Denis.

Julia Carrera

Aurora - Polo de Pesquisa Teatral / UNIRIO

É doutoranda da UNIRIO, onde segue sua pesquisa com ênfase em Teatro, Audiovisual e Novas Mídias; é Mestre em Artes da Cena pela UFRJ (2017) e Bacharel em Comunicação Social também pela UFRJ (2003). Participou do estágio no Théâtre du Soleil, sob direção de Ariane Mnouchkine (2002) e atualmente é atriz, produtora e tradutora do espetáculo AS COMADRES (2019), marcando o primeiro projeto com direção de Mnouchkine fora do Théâtre du Soleil. Também realiza projetos artísticos e acadêmicos através da AURORA – Polo de Pesquisa Teatral.

Marcello Amalfi

Aurora - Polo de Pesquisa Teatral / USP / UNB

Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo, com estágio doutoral na Sorbonne Nouvelle Université Paris 8. É afiliado a várias instituições internacionais, como a ARTA (Ass. de Recherche des Traditions de lActeur, Paris, Fr.); CIRRAS (Center International de Réflexion et de Recherche sur les Arts duSpectacle, Paris, Fr.), APEB (Association of Brazilian Students and Researchers in France), and IFTR (International Federation for Theater Research, NY, USA). É também membro fundador da AURORA, - Pôle de recherche Théâtrale (port-aurora.com). É professor na USP, na UnB e no Centro Universitário de Belas Artes de São Paulo, maestro e coordenador do projeto Pop Choir na Associação Cultura Inglesa do Estado de São Paulo. Desde 2011, estuda o trabalho de Jean-Jacques Lemêtre, tornando-se seu assistente e tradutor oficial no Brasil. Essa relação apoiou a pesquisa de Amalfi desde o mestrado sobre o trabalho do músico no Théâtre du Soleil, publicado como um livro intitulado A MACRO-HARMONIA DA MÚSICA DO TEATRO, o primeiro livro originalmente escrito em português sobre a companhia, que levou a um convite para uma palestra no Cirras (Paris) em 2016, e hoje está incluído na bibliografia oficial da trupe e também em seu site.

Maurice Durozier

Nascido em uma família de teatro ambulante, Maurice é ator do Théâtre du Soleil desde 1980, dirigido por Ariane Mnouchkine, em Richard II (1981), La Nuit des Rois (1982), Henry IV (1983) de William Shakespeare, L’histoire terrible mais inachevée de Norodom Sihanouk, roi du Cambodge (1985), L’Indiade ou l’Inde de leurs rêves (1987), Et soudain des nuits d’éveil (2000) de Hélène Cixous, Les Atrides (1990) de Euripides e Ésquilo, Macbeth (2014) de William Shakespeare. As criações coletivas: Le dernier Caravansérail (2002), Les Éphémères (2005), Les Naufragés du fol espoir (2008), Une Chambre en Inde (2016). Kanata (2019), com direção de Robert Lepage. L’île d’or (2021). Atua nos filmes de Ariane Mnouchkine: La nuit miraculeuse, Le dernier Caravansérail, Les éphémères, Les Naufragés du fol espoir. E En un mot de Jacques Rouffio, L’armée du crime de Robert Guédigian. E na série Santos Dumont de Estêvão Ciavatta e Fernando Acquarone. Escreve, dirige e atua em Kalo, uma peça sobre os ciganos, Premio Villa Médicis hors les murs 1993. E Brûleur de planches, Cabaret ambulant, Désirs de mer. No Brasil dirige oficinas de teatro desde 1988. Em setembro 2011 estreia no Recife a versão portuguesa de Palavra de Ator. Espetáculo apresentado em São Paulo (SESC Belenzinho), Rio de Janeiro, Natal, Fortaleza, Brasilia, Canoas, Florianópolis, Pelotas, Caruaru, Limoeiro, Mossoró, Marilia, Santos, Bauru, São José dos Campos, São Carlos, Sorocaba. Dirige, ainda, várias oficinas e cursos na França, no Brasil, Argentina, Espanha, Afeganistão, Uruguay, Chile e Colabora com os grupos Clowns de Shakespeare de Natal, Bagaceira de Fortaleza, Coletivo Angu de Recife. Dirige os musicais dos Grupos Bratsch, I Muvrini, Cyrius. Dirige e compõe : Cafés Cantantes, Cabaret Ambulant, Paris-Bukarest com Nathalie Joly. Compõe, dirige e canta: Sonho Errante (Disco gravado no estúdio Companhia dos Técnicos de Copacabana no Outono 2019.)