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AU SOLEIL MÊME LA NUIT / NO SOL MESMO À NOITE - parte I

1996 - 189 min

os vídeos dos filmes não estão mais disponíveis. fica o convite a visitar o Vimeo do Théâtre du Soleil está cheio de vídeos incríveis.

O fio condutor do filme é o ensaio de Tartufo de Molière, estreado em Viena, Áustria, em 1995, depois no festival de Avignon e na Cartoucherie. Pela primeira vez, os bastidores, os processos, os “segredos” da feitura dos espetáculos do Théâtre du Soleil são apresentados. Durante oito meses, Eric Darmon teve a liberdade de filmar toda a gestação do espetáculo (cenografia, trabalho com o ator, figurinos, iluminação etc.) e gravar a voz de Ariane Mnouchkine, suas indicações, seus impulsos, sua hesitação, através de um microfone de lapela que ela concordou em usar o tempo todo.
Graças à surpreendente transparência de Eric Darmon, invisível à força de estar presente todos os dias, dez a doze horas, às vezes mais, a câmera no ombro ou a pé, os atos, as decisões, as tensões, as alegrias, bobagens, loucuras são capturadas na hora. Em seguida, vem Catherine Vilpoux, que se vê diante de 580 horas de rushes. Segue-se um trabalho colossal de visualização, classificação, escolha, em suma, escrita.
O filme vai ganhando forma aos poucos, forma ela mesma induzida pela busca da forma teatral que o filme conta.
É um filme de encenação? É um filme sobre uma trupe? Este é um filme sobre o trabalho dos atores? Um filme sobre o nascimento de atores? Um filme sobre aprendizagem? Um filme sobre ensino? Um filme no teatro? Um filme sobre a vida?
Provavelmente tudo isso.
Em todo caso, é um testemunho insubstituível.
Filme documentário de Eric Darmon e Catherine Vilpoux em harmonia com Ariane Mnouchkine

AU SOLEIL MÊME LA NUIT / NO SOL MESMO À NOITE - parte II

1996 - 189 min

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O fio condutor do filme é o ensaio de Tartufo de Molière, estreado em Viena, Áustria, em 1995, depois no festival de Avignon e na Cartoucherie. Pela primeira vez, os bastidores, os processos, os “segredos” da feitura dos espetáculos do Théâtre du Soleil são apresentados. Durante oito meses, Eric Darmon teve a liberdade de filmar toda a gestação do espetáculo (cenografia, trabalho com o ator, figurinos, iluminação etc.) e gravar a voz de Ariane Mnouchkine, suas indicações, seus impulsos, sua hesitação, através de um microfone de lapela que ela concordou em usar o tempo todo.
Graças à surpreendente transparência de Eric Darmon, invisível à força de estar presente todos os dias, dez a doze horas, às vezes mais, a câmera no ombro ou a pé, os atos, as decisões, as tensões, as alegrias, bobagens, loucuras são capturadas na hora. Em seguida, vem Catherine Vilpoux, que se vê diante de 580 horas de rushes. Segue-se um trabalho colossal de visualização, classificação, escolha, em suma, escrita.
O filme vai ganhando forma aos poucos, forma ela mesma induzida pela busca da forma teatral que o filme conta.
É um filme de encenação? É um filme sobre uma trupe? Este é um filme sobre o trabalho dos atores? Um filme sobre o nascimento de atores? Um filme sobre aprendizagem? Um filme sobre ensino? Um filme no teatro? Um filme sobre a vida?
Provavelmente tudo isso.
Em todo caso, é um testemunho insubstituível.
Filme documentário de Eric Darmon e Catherine Vilpoux em harmonia com Ariane Mnouchkine

UN CERCLE DE CONNAISSEURS / UM CÍRCULO DE CONHCECEDORES

2008 – 62 min

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É a história de um encontro, a história de um amor à primeira vista entre crianças de uma turma do 6º ano do Collège St Jean-Baptiste em Quimper e o espetáculo Les Ephémères (Os Efêmeros) criado pelo Théâtre du Soleil na Cartoucherie.
É a história de uma descoberta, a história de um aprendizado entre crianças espectadoras e uma companhia de teatro rara, uma trupe, artesãos do sonho.
É a história de uma transmissão, de uma passagem do ar entre crianças maravilhadas, comovidas, abaladas e seus pais que descobrem bruscamente que se passa, através da alquimia teatral, algo que os ultrapassa. Sim, uma criança pode ser atravessada pelo teatro e penetrar o mundo.
Este filme se deseja testemunha desta aventura. De Quimper a Paris, de uma sala de aula ao Théâtre du Soleil, de uma discussão com Ariane Mnouchkine no trabalho no palco, da maturação de um espetáculo à acuidade dos olhares, do efêmero aos Efêmeros, para essas crianças, o teatro abriu mundos possíveis e nada será mais como antes.

LES NAUFRAGÉS DU FOL ESPOIR / OS NÁUFRAGOS DO LOUCA ESPERANÇA - parte II

2013 - 360 min

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No início há este romance de Jules Verne: um barco encalhou em uma ilha, na ponta da Magelânia, seus passageiros vão tentar construir uma sociedade nova, um modelo para a humanidade futura. Uma equipe de cineastas tenta a adaptação cinematográfica deste romance; o palco transformado em uma espécie de restaurante dançante popular sobre o rio Marne: “Le Fol Espoir”. A filmagem começa em 28 de junho de 1914, o dia do assassinato do arquiduque François-Ferdinand em Sarajevo e termina em outro assassinato, o de Jean Jaurès em 31 julho. O grande recrutamento de 1º de agosto é anunciado pelos sinos de todas as igrejas da França. A alegoria deste naufrágio é filmada no ritmo vertiginoso das cincos últimas semanas antes da guerra estourar. Uma fábula poética e política em uma época crucial onde todas as utopias de um século nascente pareciam possíveis.

1789: LA RÉVOLUTION DOIT S’ARRETER À LA PERFECTION DU BONHEUR / 1789 : A REVOLUÇÃO DEVE DETER-SE NA PERFEIÇÃO DA FELICIDADE

1974 - 194 min

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No dia seguinte do fuzilamento do Champ de Mars em 17 julho de 1791, saltimbancos encenam os principais eventos dos últimos dois anos: da reunião dos Estados Gerais à proclamação da Lei Marcial, passando pela tomada da Bastilha, o Grande Medo e a noite de 4 de agosto. Em um grande júbilo popular eles tentam mostrar o desvirtuamento das esperanças, a explosão da alegria depois a derrocada do sonho de igualdade de direitos. Para isso, os artistas utilizam todas as formas teatrais, da pantomima à tragédia, das marionetes à ópera bufa. Representam, assim, os personagens importantes ou humildes deste ano decisivo e levam em consideração a frase de Saint Just: “A Revolução deve deter-se na perfeição da felicidade”

TAMBOURS SUR LA DIGUE / TAMBORES SOBRE O DIQUE

2002 - 137 min

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Os moradores da cidade próspera do Senhor Khang estão confrontados com uma grande ameaça: uma inundação gigantesca ameaça levar os diques que protegem a cidade. A iminência da catástrofe anunciada firma em cada um, príncipe ou mendigo, o instante de verdade em que a natureza e o caráter dos seres se revelam face ao destino
Para este espetáculo, Ariane Mnouchkine escolheu uma forma que mistura de jeito inquietante teatro e marionete, inspirada no Nô e do Bunraku japoneses, onde atores mascarados e coloridos animam 'bonecos vivos", acionados por atores-manipuladores neutros, vestidos de preto.

ARIANE MNOUCHKINE, L'AVENTURE DU THÉ TRE DU SOLEIL / ARIANE MNOUCHKINE, A AVENTURA DO THÊÁTRE DU SOLEIL

2009 - 78 min

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Catherine Vilpoux retrata neste filme o percurso emblemático de Ariane Mnouchkine: suas inspirações, seu sonho de teatro, seu amor pelo cinema, o laço excepcional que ela teceu com o público. Através de diversos arquivos, inclusive inéditos, trechos de espetáculos, sessões de trabalho, viagens, entrevistas, se revela o retrato composto do Théâtre du Soleil, seu engajamento artístico e político na França e no mundo, recompensado em setembro de 2009, em Oslo, através do prêmio IBSEN.

MOLIÈRE OU LA VIE D’UN HONNÊTE HOMME
/ MOLIÈRE OU A VIDA DE UM HOMEM HONESTO

1978 - 244 min

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Este filme conta a fascinante história de Molière. Como um menino, nascido em 1622 de um pai estofador e uma mãe amorosa que ele perderia cedo demais, se tornaria um ator prodigioso e um autor universalmente aclamado e conhecido, mas tão pouco se soubesse sobre ele?
Nós vamos segui-lo de sua infância até sua morte na França do século XVII, selvagem e refinada. Vamos descobrir seus companheiros de viagem, em sua alegria, miséria e glória, compartilhando suas primeiras aventuras teatrais, seus fracassos, seus sucessos, seus combates e seus momentos de covardia.
Vamos viver com a trupe de Molière, assistir ao desenrolar de uma epopeia familiar e grandiosa onde se defrontam devotos e libertinos, camponeses esfomeados e cortesãos de perucas. É a vida de um homem honesto que travou até o esgotamento uma luta incessante para exercer sua arte neste século de repressão e hipocrisia violentas. Época cruel que é, também, a das festas e carnavais populares, reino dos saltimbancos e ambulantes que fascinam o jovem Jean-Baptiste, futuro organizador das faustuosas festas barrocas de Versalhes.

UN SOLEIL À KABOUL… OU PLUTÔT DEUX / UM SOL EM CABUL…OU MELHOR, DOIS

2007 – 75 min

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Em junho de 2005, convidados pela Fundaçã para a Cultura e a Sociedade Civil, Ariane Mnouchkine e sua trupe do Théâtre du Soleil embarcam para o Afeganistão para dar um estágio em Cabul. Essa pequena missão faz nascer, no meio das ruínas e das rosas de um jardim, uma jovem trupe de teatro afegã, mista e corajosa, o Teatro Aftaab… um pequeno Théâtre du Soleil da Ásia Central.

LES NAUFRAGÉS DU FOL ESPOIR / OS NÁUFRAGOS DO LOUCA ESPERANÇA - parte I

2013 - 360 min

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No início há este romance de Jules Verne: um barco encalhou em uma ilha, na ponta da Magelânia, seus passageiros vão tentar construir uma sociedade nova, um modelo para a humanidade futura. Uma equipe de cineastas tenta a adaptação cinematográfica deste romance; o palco transformado em uma espécie de restaurante dançante popular sobre o rio Marne: “Le Fol Espoir”. A filmagem começa em 28 de junho de 1914, o dia do assassinato do arquiduque François-Ferdinand em Sarajevo e termina em outro assassinato, o de Jean Jaurès em 31 julho. O grande recrutamento de 1º de agosto é anunciado pelos sinos de todas as igrejas da França. A alegoria deste naufrágio é filmada no ritmo vertiginoso das cincos últimas semanas antes da guerra estourar. Uma fábula poética e política em uma época crucial onde todas as utopias de um século nascente pareciam possíveis.

Agradecemos à Agat Films & Cie Bel Air Media pela cessão dos filmes para transmissão gratuita entre 22 de setembro e 10 de outubro